Venham, não tenham medo. Sentem ao redor da fogueira, tenho muitas canções para vos mostrar, espero que possam viajar em minhas palavras, amores, batalhas, tudo a vocês irei apresentar, sonhem na melodia de minhas palavras. Llyfr I - O Bardo e a Dama A tempos atrás, um bardo, seguia seu caminho, cantando suas canções, para trazer as pessoas, conforto, alegria e prazer. Já não lembrava a quanto tempo na estrada estava, ou por quantas cidades passara Mas sabia q seguir, adiante deveria seguir. Certa vez de passagem por uma aldeia, igual a muitas q já havia visitado, algumas casa simples para os aldeões, e outras maiores com bons salões paras o senhores das terras, caminhava pelas ruelas,em busca de um lugar para poder descansar, e a noite por ali passar, finalmente encontrou uma casa, q lhe daria abrigo, e em agradecimento cantaria suas canções, e uma modesta quantia de peças de prata. Ele resolver permanecer, por mais q uma noite, a fim de descansar de suas jornadas, e se prevenir de uma tempestade q sentira vir, aproveitou o dia claro para caminhar pela aldeia, assim ele teria inspiração para novas canções. Ele, estava envolvido em seus pensamentos, quando viu, algo q mudaria em muito o seu pensamento, era uma jovem, de pele clara, e longos cabelos negros, q contratava em muito com sua pele alva, por pouco sair ao sol, ele procurou saber quem era tão bela dama e soube tratar-se da filha do senhor de armas da cidade, não era um homem rico, mas era muito respeitado. Ele sentiu seu coração pulsar mais forte, perante akela linda visão, ele não sabia o q fazer, queria se apresentar para ela mas não naquelas roupas de viagem, q já estavam sujar e barro, ele resolver q tentaria encontrar com ela no dia seguinte melhor trajado e munido de uma nova canção. Na manha seguinte, o sol nem tinha se elevado completamente e lá estava ele perto do poço no centro da aldeia, ele pois a cantar sua canção, de pura emoção para o coração da jovem conquistar, as palavras fluíam de forma clara, límpida, o q ele via era um doce sorriso, q vinha dela, nada mais, e ele ficou assim por uns dias. Um mensageiro certa manha veio ao seu encontro, com uma mensagem da jovem dama, q com ele queria encontrar, em sua cabeça passou muitas coisas, mas o desejo de que ele a tenha conquistar era o mais forte em seus pensamentos, ele estava ansioso pelo momento em q iriam se encontrar, a hora vou passando, o seu já tinha passado do seu pico a muito tempo estava quase no momento q ele tanto esperava. Ele pegou em sua sacola, a roupa mais limpa q tinha, penteou o cabelo fazendo uma trança, para que ele ficasse bem arrumado, ajeitou a curta barba, e partiu de encontro a jovem q mexeu com seu coração. Ele chegou ao local marcado e esperou por alguns minutos que ela chega-se, já se aproximava o fim da tarde, havia claridade, mas as sobras da noite se mostravam cada vez mais presente. _ Bela dama, não sabes como esperei por este momento, em q pudesse estar em sua presença. Disse ele com um grande sorriso. _ Sabes porque o chamei aqui, mestre bardo. Pela primeira vez ele pouco ouvir a voz de sua paixão, poderia ser a voz mas esquisita que qualquer um já ouviu, mas para ele soava com p canto de um rouxinol. _ Penso q sei, milady, mas gostaria de ouvir com suas próprias palavras. Ele não conseguia esconder o nervosismo pelo q passava, a esperança q tinha, q em poucos instantes saberia. _ Pois bem, vós tem feito belas canções, para mim, eu o vejo todo os dias declamaras para mim, mas gostaria, vós parasse com elas. Foi um choque para ele, pois não esperava essa reação dela. _ Mas milady o q fiz te desagradou, é por causa de minhas indumentárias, ou por eu ser um bardo,um andarilho? Indagava ele, com uma certa angustia _ Não é por isso _Seria o que então? Indagou ele novamente, ela com doce sorriso nos lábios, fez um carinho no rosto do bardo e começou a falar. _ Agradeço suas palavras bardo, mas não as mereço, pois meu coração a outro já pertence, não seria justo, vós cantar belas canções para um coração que a ti, não quero q se entristeça, pois tem um coração belo e um dia suas canções encontrarão uma morada. _ Não importa isso bela dama. Disse ele escondendo a tristeza do momento. Antes de se afastar dela ele começou a usa ultima canção a ela. Bela dama Não sou digno de ti Mas saibas que aqui Em meu coração Serás sempre a primeira Encontrará em mim Um fiel admirador Que dedicará por ti O verdadeiro amor Não negarei que em minha alma Uma tristeza começa a tocar Porque ao seu lado não posso estar Não se preocupe minha dama Nos meus versos Irei imortalizar E ao mundo irei cantar como fortunado fui De um dia te encontrar E todos conheceram Tão linda dama Fiquei a enamorar Farei todos sonharem Com esse amor Que a ti entreguei E a partir de hoje Para mim não serás dama E sim minha rainha Dizendo isso ele saiu, ele se afastou e foi de volta a casa que o abrigou por esses dias, pegou suas coisas e foi em direção a fora da aldeia, guardando a imagem do rosto de sua dama, ou melhor com ele se referia a ela sua rainha, seguindo agora novas trilhas, feliz, com o coração cheio, para compor mais e belas canções de amor, para fazer todos sonharem com a felicidade de amar. Essa é uma pequena historia de alguém q pode ser qualquer um, num dia, encontrar outra pessoa e perceber o q realmente é amar, o verdadeiro significado de tudo, amar propriamente não precisa estar perto, viver o amor em todas suas dimensões em todo seu existir. Bem meus amigos agora fico aki, vendo a fogueira queimar, vão para seus entes queridos, são sonhar... Bem, com essa terceira parte concluo a saga do Ragnarök, espero q vcs tenham gostado apartir de amanha começo com a proposta do blog em si abraços Ragnarök By Taliesin Parte 3 Alguma vez, pararam para ver o por do sol, é realmente uma coisa fabulosa. Um dos momentos mais lindos proporcionando para nós pela SUMA SABEDORIA, DEUS, os contrastes que a luz do sol, mais a noite que se aproxima provocam pensamentos que a vida não é só riqueza, bens materiais, mas uma comunhão de nós com tudo ao nosso redor e com DEUS. Vou a altura das nuvens observar melhor a maravilha da luz e escuridão me faz recordar de dois compositores, que em alguma passagem de suas obras não inspiraram no belo crepúsculo, Wagner em Das Walkirie, quando Woltan coloca sua filha Brunhilde adormecida em um rochedo e o cerca de fogo mágico, dando ao céu uma cor avermelhada e as nuvens lembram suas irmãs que vem montadas em seus corcéis para velar o sono de sua irmã, a espera de um bravo guerreiro que venha desperta-la. Ou citar o seu discípulo Richard Strauss e Nietzsche que no poema sinfônico Assim Falou Zaratustra na sua overture, quando os sopros da orquestra comunica com o seu toque vindo lento e crescente, com a constante repetição do tema, neste poucos mais de 80 segundos, ele descreve todo o ciclo do ser humano, da alvorada ao crepúsculo, do nascimento à morte. Anoitece, a humanidade começa a encerrar mais um dia na sua conturbada existência, ouço o som das guerras, conflitos, lutas inúteis sem a necessidade, o caos domina a humanidade, em todas as suas formas. Conflitos por interesses políticos, raciais, religiosos, por territórios ou mesmo sem motivos. Pessoas matam pessoas por uma simples discursão, no transito, ou dono de supermercado mata jovem por pensar que este iria assalta-lo, a sociedade começa a colher seus frutos, assim chamada sociedade desenvolvida, criou nos últimos anos, loucos paranóicos, pronto para entrar em uma loja puxar uma arma e matar uma dúzia de pessoas, inocentes que estavam lá por mero acaso, organizações criminosas com o mesmo poder de muitos países, que com o dinheiro das drogas, do jogo, da prostituição, compram políticos ou juizes, acaso estes não aceitem os seus termos, recebem um belo presente de seus “amigos” contraventores, um carro cheio de dinamite. É tarde, começa a surgir uma luz na mutidao, pessoas que começam a pensar em proveito do planeta, com movimentos para salvarem o pouco que resta do verde, os mares e até o desarmamento. Enquanto alguns países sentam em mesas para discutir o fim da guerra de nervos, com o desarmamento, outros fazem de tudo para não acabar com sua guerra particular, para conquistar um punhado de terra a mais, só por que o outro povo é de religião diferente, este tipo de coisa nos faz lembrar a época das perseguições religiosas da idade média ou da inquisição. A noite está em seu cume, parte da humanidade prosseguiu na sua louca procura do poder, do dinheiro, de controlar as grandes massas, a corrupção política alcança o seu ponto máximo, não existe mais volta, o povo não toma consciência do que esta ocorrendo, se continuar assim em breve não existirá mais a raça humana... A’urora, o impossível acontece a humanidade se regenera as bandeiras, as divisas caíram, a raça branca, negra, amarela e vermelha deixaram de existir, agora só há a raça humana, um povo unido sem diferenças de cor, religião e sexo, um povo que trabalha em prol do desenvolvimento do bem comum, juntos na exploração do espaço, outrora usado como meio de propaganda política, ou como suporte para satélites espiões na guerra, ou uma maneira de mostrar a supremacia de um povo sobre o outro, o povo transformando a utopia em realidade, colonizando Marte, Io, Europa, Júpiter, Titã, e até mesmo os planetas do sistema solar. A humanidade começa a presenciar a sua era de ouro, como os Atlantes, os Gregos, os Romanos viveram as suas à uns 7.500 anos, outros a 5.000, nós a viveremos agora. Não grupos isolados mas todos, agora e trabalhar para que não dure apenas 1 ano, nem 10, muito menos 100, mas no mínimo 1.000.000 anos ou melhor até o fim dos tempos... Oi turma vou continuar aki com a segunda parte do meu texto, espero q vcs estejam curtindo ele Ragnarök By Taliesin Parte 2 Na escuridão com consciência de quem sou e qual é minha missão, mas não estou no meu quarto ao que me parece um amplo salão, um lugar dominado pôr uma estranha sensação de tranqüilidade e repouso, começo a refletir, ódio guerra dor, destruição morte compaixão, emoções fortes e duras. Caminho para localizar-me o tamanho do lugar, sinto como se estivesse sendo seguido, olho para os lados mas a escuridão impedia de observar pela escuridão, percebia movimentos, ouvi baixo um rufar de asas, indago para que me responda e não recebo resposta, novamente pergunto. - Estranha criatura, quem és tu que vaga na escuridão, diga me ? Uma voz sombria de um lugar não identificado respondeu. - O que posso dizer, existo praticamente desde o inicio dos tempos, mas nunca fui um, mas muitos, coexistindo como um só, pôr todos os milênios eu tive muitos nomes e varias representações, uns me descrevem como um velho de longos cabelos branco, outros como mulher, no livro sagrado sou o cavaleiro assentado no corcel amarelo, para cada cultura tenho diferente representação, dos enfermo alivio a dor, dos condenados apresso sua punição, sou um ser de muita força. - Mostra-te vós que escondes nas sombras, quem sois que queres de mim ? Uma enorme figura vestida de negro, face coberta e um par de asas que o envolviam. - Estais aqui pôr um motivo justo, à ti não quero mal, peço que escute e compreenda o que transmitirei-lhe agora. - Mas por que vós me prende neste lugar e o que queres comigo ? - Porque me acusa de prender-te neste lugar, vois sois livre para ir onde quiser basta seguir a rota correta, mas peço que ouças a minha proposta antes de dizerdes algo, ou ires embora. - Concordo, mas caso eu venha a recusar tal proposta o que acontecerá comigo. - Nada mas para ti está noite não terá existido, mas caso venha aceitar garanto que poderá desfrutar de uma plenitude não antes sonhada. Escutei com calma e atenção o que me foi dito, mas tal proposta estava atraente, mas recusei para continuar no meu caminho. Novamente me sinto solto na escuridão. Desta vez estou no meu quarto, é de manhã, vou para o serviço as coisas estão como sempre a correria, o trabalho, os amigos, o melhor me sinto bem comigo mesmo, mas continuo analisando o assunto não tive tempo para responder. O que aconteceu voltei assumir minha forma de Phoenicis e retornei ao espaço, mas como agora mesmo estava no escritório, estudando meu serviço quando percebo que estou mudando assumindo minha forma de Phoenicis, as pessoas parecem não notar, flutuo pela sala até deixa-la e dirigir-me para a rua em meio ao publico, me locomovo observando as pessoas, seus tipos e características, começa a escurecer. Oi turma estou iniciando meu novo blog, espero q vcs gostem, esse blog, vai ter um estilo diferente dos outros vou fazer um conto, em varias partes para poder desenvolver uma ideia, o q teria acontecido ao mundo se tal coisa não tivesse ocorrido. Vou começar a desenvolver a ideia sobre a Segunda Guerra Mundial, espero q acompanhem meu blog tá, e dem sugestoes, sobre o desenrolar do tema, será um conto uma imaginação. Esse blog se chama Thrymheim, ou Morada das tempestades. Inicialmente irei colocar um texto de minha autoria, q fiz alguns anos atras. Ragnarök By Taliesin Mais um dia termina, desta minha vida palavras, sons, momentos e pensamentos, rodeiam-me vou para meu quarto deito no meu leito e no meio da escuridão, recordo as coisas que vivi no dia, uma doce melodia ecoa ao longe, memórias flutuam no ar percebo sombras que voam a minha volta, fantasmas dos meus temores e angustias, que me assombram e me perseguem na vida, abraço a escuridão como um sonho e me desligo de tudo, das pessoas, dos ruídos, dos fantasmas a única coisa que envolve minha mente essa doce melodia, penso Vivaldi, Mozart não é algo mais sublime o Kanon de Pachelbel, a sua suavidade a leveza da musica, me transporta al di là do mundo. Estou solto no espaço, solto sem ajuda de equipamento, procuro mas não consigo encontrar uma explicação de como fui parar lá e como posso sobreviver sem equipamento, somente uma pura e simples liberdade, vago pelo infinito estrelar entre planetas e estrelas, observo o fim de um sol o nascimento de uma estrela, a escuridão do espaço me acaricia e conforta, a luz das estrelas me mostra o caminho, começo a perceber a mim mesmo, cada parte do meu ser, do meu espirito. Sou uma partícula no cosmo, participo e vivência tudo, a Terra é minha irmã, o sol o meu irmão e assim pôr diante cada astro do omniverso é parte de mim e eu faço parte deles. Num grupo de harmonia e ordem no meio de uma entropia da qual é o omniverso que estamos. Entendo quem sou, Phoenicis é meu real nome, criado para observar os planetas e aprender com seus povos. Vi planetas nascerem e morrerem, civilizações se destruírem pôr guerras e outras evoluírem num estado de quase totalidade da consciência. Eu cavalgo nos ventos siderais desde a aurora dos tempos, procuro, busco o conhecimento entre as estrelas, guardo na memória estes belos momentos, vago até chegar em uma das mais lindas imagens que posso olhar, a constelação das Plêiades e seu brilho azzurro, più belle stelle dello spazio, que são protegidas pôr Orion ao lado de sua espada, agora vou em busca de minha amada Andromeda a galáxia mais próxima da Via Láctea. Sou aquele que desde o principio percorro as infinitas trilhas do espaço sozinho e sozinho chegarei ao Amarggedon. Vou até onde o tempo e o espaço se fundem, e a eternidade é única. As jornadas que realizei pela imensidão do espaço aprendi muitas coisas interessantes, mas minha existência na Terra passei a desfrutar de coisas novas sensações e emoções conflitantes, coisa que entendo e coisas que ainda não compreendo, aprendi sobre ódio, ira, medo, amizade, fraternidade, todas essas formas d’emoções que de certo ponto são ilógicas para mim, mesmo as mais puras, mas tem uma que bate todas as outras esse tal de amor, não compreendo como as pessoas podem cobiçar tal sentimento tão fútil, digo isso pois em certa vez fui contaminado pôr esse “ veneno ” pôr um curto período, ao me libertar voltei a me sentir livre a mente clara, e novamente voltei a vagar livre pelo espaço. Retorno novamente à escuridão.
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Título: teste
Postado Por: Taliesin
Postado em 05 de Maio de 2006

i meus amigos, chegamos ao sábado, e hoje a partir da meia noite tem o treino da F1, vamos ver se o alemão ganha eu quero ver a Ferrari lá em cima, agora o resto do dia nem sei o q fazer heheh.
Hoje completo o conto, como será q vai terminar a historia dos dois, será feliz, será triste, como via terminar, só lendo para saber hehe.
Deem sua opinião digam o q acharam dele tá para mim será muito importante.
Llyfr VI - O encontro>
(Taliesin yr Llwyd)
Parte 3
_ Querida que surpresa maravilhosa.
_ Comigo também, meu amor, sua voz é linda. _ ela estava emocionada.
_ Sabe José a algum tempo venho querendo te ligar para ouvir a sua voz conhecer ela, e fico feliz, porque consegui você não imagina quantas vezes eu peguei o telefone para ligar e desistia no meio do caminho.
_ Mas porque isso minha querida, porque desistia, sua voz é tão gosta de ouvir, estou até chorando aqui de emoção ao escuta-la.
_ Há meu amor, eu sou tímida, e conseguir te ligar foi difícil, achar a coragem para faze-lo, mas eu não me arrependo, cada minuto aqui, está valendo uma eternidade de emoções, eu tb choro de ouvir sua voz.
E ficaram assim por mais algum tempo conversando, e ficou acertado q ele ligaria na próxima vez.
O tempo foi passando as ligações ficando mais constantes, até q um dia ele recebe um telefonema q ela estava indo na sua cidade para conhece-lo pessoalmente, ele ficou alucinado, com a noticia, pois finalmente ele conheceria sua Maria.
Ela ia chegar no fim da madrugada, pois a distancia das cidades eram grande, ele se preparou e foi para a rodoviária, a espera de sua amada.
Quando ele chegou ela tinha acabado de descer do ônibus, e esperava numa pequena escadaria, pois o combinado era q uma amiga comum dos dois iria pega-la, mas para surpresa dela quem apareceu foi ele.
Um misto de alegria surpresa a tomou por completo ao vê-lo, ela não sabia o q fazia se corria ao encontro dele, se pulava de alegria, ela ficou ali dando pequenos pulinhos, o seu sorriso era imenso, ele tb sorria de orelha a orelha, qdo estava pertinho eles se abraçaram, e se deram um beijo apaixonado, e demorado.
Este foi o momento q eles viram e confirmaram que realmente amavam-se, a partir desse dia passaram a ser um único ser, um coração batendo em 2 corpos.
Fim
" Devemos sentir o prazer da alegria de viver uma grande paixão, por nós mesmos. "
(Taliesin)
Esse é o blog da Amanda minha afilhada virtual, é lindo um blog mistíco e q fala tb da saude da mulher, prestigiem vale a pena.
Oi pessoal não deixem de prestigiar meus flog
Meu flog
Mo Llun.
Beijos e abraços a todos
A Domani
Que todos tenham um ótimo sábdo.
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Título: NOME DA MATÉRIA
Postado Por: Taliesin
Postado em 01 de Abril de 2006
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Título: Llyfr I - O Bardo e a Dama
Postado Por: Taliesin
Postado em 11 de Julho de 2004
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Título: Ragnarök - Parte III
Postado Por: Taliesin
Postado em 25 de Maio de 2004
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Título: Ragnarök - Parte II
Postado Por: Taliesin
Postado em 24 de Maio de 2004
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Título: Ragnarök - Pate I
Postado Por: Taliesin
Postado em 23 de Maio de 2004